Tipos de Radiofrequência

Conheça os três tipos de Radiofrequência – Monopolar (primeira geração), a Bipolar e a Tripolar (última geração).

Se esteve atenta(o), já foi referi noutros artigos que publiquei no blogue, as técnicas de aplicação do tratamento por radiofrequência na pele, bem como, os efeitos biológicos da radiofrequência. Neste artigo, irei abordar os três tipos de radiofrequência existentes atualmente no mercado.

Radiofrequência Monopolar (ou Unipolar)

Este tipo pertence á primeira geração de equipamentos e técnicas que surgiram. Neste tipo a corrente elétrica é emitida através de um elétrodo aplicado na área de tratamento e retorna ao gerador através de um elétrodo de dimensões maiores. Os equipamentos deste tipo combinavam com o aquecimento, outras propriedades para o arrefecimento e ainda a anestesia local.

Radiofrequência Bipolar

A Radiofrequência Bipolar é s segunda geração deste  tipo tratamento. Nesta fase, os elétrodos de saída e retorno da corrente estão na ponta do instrumento. Posto isto, neste tipo, não é necessária uma placa de arrefecimento. Desta forma, gera-se um efeito mais superficial em relação à Radiofrequência Monopolar (até 2mm de profundidade).

Radiofrequência Tripolar

A Radiofrequência Tripolar é o último tipo existente até aos dias de hoje no tratamento por esta técnica. Nesta, existente três elétrodos no instrumento. Como nos outros tipos, a energia gerada pelo instrumento acontece quando esta passa pelos elétrodos. A profundidade que esta técnica atinge é a distância presente entre os três elétrodos. Posto isto, é possível definir a diferença existente nas fases da Radiofrequência. Essa caracteriza-se na forma como são utilizados e configurados os elétrodos. A interacção nestas três fases ocorre entre a corrente e o estudo similar.

Seja a Radiofrequência Tripolar, Bipolar ou ainda, a Monopolar, estas serão adaptadas à cliente de acordo com o caso clínico que seja detetado. Daí a necessidade de uma avaliação, numa primeira instância, por parte do profissional, abordado num outro artigo deste blogue.

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